Testes que fazem sentido
Qualidade assegurada por quem entende o ciclo completo de desenvolvimento - da build instável ao produto final. Trabalhamos ao lado de estúdios e desenvolvedores independentes em Belém e em todo o Brasil.
Ver serviços
O contexto em que o trabalho acontece
Testes de jogos não existem no vácuo. Cada projeto carrega suas próprias pressões - prazos apertados, equipes pequenas, decisões de design que mudam na última hora. Entender esse ambiente é parte do que fazemos.
Anos acompanhando ciclos reais
Desde 2022, trabalhamos com projetos em diferentes fases - protótipos, early access e lançamentos completos. Cada ciclo deixa aprendizados concretos.
Mentoria contínua, não pontual
O acompanhamento não termina no relatório de bugs. Seguimos ao lado da equipe durante correções, regressões e validações de patch.
Adaptado à realidade do Pará
Conhecemos as condições locais - conectividade, hardware disponível, perfil de jogadores da região. Isso entra nos planos de teste, não fica de fora.
Cobertura de múltiplas plataformas
PC, mobile e consoles têm comportamentos distintos. Mapeamos as diferenças de performance e compatibilidade antes que cheguem ao jogador final.
Como o processo se ajusta ao projeto, não ao contrário
Primeiro, entendemos o estágio atual
Antes de qualquer teste, mapeamos onde o projeto está - build estável ou em fluxo constante, equipe com ou sem documentação de design. O ponto de partida define tudo.
Casos de teste construídos em cima do que existe
Não usamos templates genéricos. Os casos de teste partem das mecânicas reais do jogo, dos fluxos de progressão e dos pontos de maior risco identificados em sessões de revisão com a equipe.
Relatórios que a equipe consegue usar
Cada relatório de bug inclui passos de reprodução claros, severidade contextualizada e, quando possível, uma hipótese de causa. O objetivo é reduzir o tempo entre identificação e correção.
Regressão como parte do ciclo, não um extra
Cada correção pode introduzir novos problemas. Por isso, os testes de regressão são planejados junto com os sprints de desenvolvimento, não adicionados depois.
Situações que reconhecemos
Projetos chegam até nós em condições muito diferentes. Alguns padrões aparecem com frequência.
O jogo funciona, mas ninguém testou em hardware modesto
Desenvolver em máquinas potentes cria um ponto cego real. Testamos em configurações de entrada - processadores mais lentos, placas integradas, conexões instáveis - para identificar onde a experiência quebra antes do lançamento.
A equipe é pequena e não tem tempo para testar com cuidado
Desenvolvedores solo e duplas criativas frequentemente testam o próprio jogo - o que significa que conhecem o caminho correto demais para encontrar os problemas nos caminhos errados. Uma perspectiva externa muda o que é encontrado.
O prazo mudou e o escopo de testes precisa mudar junto
Quando o lançamento é antecipado, o plano de testes precisa ser reorganizado rapidamente. Priorizamos por risco - o que pode arruinar a experiência do jogador no primeiro dia vai primeiro.
Patches anteriores quebraram coisas que já funcionavam
Regressões silenciosas são comuns em projetos com iterações rápidas. Mantemos um conjunto de testes de regressão que cresce com o projeto, documentando o comportamento esperado de cada sistema testado.
Por que não basta contratar um testador avulso
Contexto acumulado ao longo do projeto
Um testador avulso analisa o que vê na sessão. Quem acompanha o projeto desde cedo sabe o que mudou, o que foi corrigido antes e onde os problemas tendem a reaparecer. Esse histórico tem valor direto na qualidade dos relatórios.
Disponibilidade nos momentos críticos
Bugs sérios aparecem às vésperas de lançamento, não em horário comercial. O acompanhamento contínuo significa que há alguém disponível para validar correções urgentes quando o prazo não permite esperar.
Quem está por trás do trabalho
Pessoas com trajetórias reais em desenvolvimento e qualidade de jogos - não generalistas que aprenderam QA de passagem.
Tatiana Mourão
Líder de Qualidade
Tatiana coordena os processos de teste na Nephron desde a fundação. Antes disso, passou quatro anos como QA em estúdios de médio porte, onde aprendeu que a maioria dos bugs críticos tem um padrão - e que esse padrão pode ser antecipado com a documentação certa.
A equipe que ela formou tem experiência diversa: alguns vêm do desenvolvimento, outros do suporte técnico, e essa mistura de perspectivas aparece na qualidade dos relatórios. Problemas de usabilidade que passariam despercebidos para um testador técnico puro são capturados por quem já esteve do lado do jogador.
Especialidade principal
Testes funcionais e de regressão em jogos de ação e RPG
Ferramentas frequentes
JIRA, TestRail, scripts de automação para builds repetitivas
Plataformas cobertas
PC (Windows/Linux), Android, iOS, Nintendo Switch
Tipo de projeto atendido
Indie solo, duplas criativas, estúdios com até 20 pessoas
Outros membros da equipe
Rodrigo Feitosa
Testes de performance e compatibilidade de hardware
Camile Nóbrega
Testes de usabilidade e experiência do jogador